sábado, 20 de janeiro de 2007

my baby

Não tenho palavras para definir a felicidade que sinto. Depois de tudo que passamos, termos o Rodrigo junto a nós é a concretização de um sonho adiado em 2005 de maneira tão triste. e olha a coincidência: o rodrigo nasceu dois dias antes do dia que o João estaria fazendo 2 aninhos. Obrigada filho por ter me dado seu irmão.

domingo, 7 de janeiro de 2007

MORRE INVENTOR DO MACARRÃO INSTANTÂNEO


TÓQUIO - O Japão presta homenagem neste sábado (6) ao inventor do macarrão instantâneo, Momofuku Ando, que morreu na sexta-feira (5), aos 96 anos, após ter conhecido a consagração mundial de seu produto, consumido até em missões espaciais.
Apelidado de "rei dos macarrões", Momofuku Ando morreu na sexta-feira em decorrência de uma crise cardíaca, anunciou sua empresa de agroalimentos Nissin Food, fundada por ele em 1948, num Japão devastado pela guerra.
Dez anos depois (1958), a empresa lançou o macarrão instantâneo, popularmente conhecido no Brasil como "nissin miojo".
"A paz está garantida quando não se está com fome", dizia Momofuku Ando, nascido em Taiwan em 1910, durante a ocupação japonesa. Antes de entrar para o setor de agroalimentos, ele trabalhou na indústria de confecção em Taipei e depois em Osaka (oeste do Japão).
Em sua biografia, Momofuku conta como surgiu sua necessidade de produzir alimentos de baixo custo e de fácil preparo depois de ter visto uma longa fila de pessoas famintas diante de uma vitrine clandestina de sopas de fios de massa após a guerra.
O grupo Nissin Food, número um do mercado de macarrão, vende 10 bilhões de pacotes de macarrão por ano em dez países.
A invenção genial de Momofuku Ando ganhou consagração universal quando chegou ao espaço para alimentar o astronauta japonês Soichi Noguchi a bordo do Discovery, no ano de 2005.


Fonte: Globo.com

quarta-feira, 3 de janeiro de 2007

Crusius Credo blindou-se

Deu na prensa:
PORTA-VOZ- A governadora Yeda Crusius anunciou, ontem, que o jornalista Paulo Fona será porta-voz do governo. Ele foi apresentado a jornalistas, no Palácio Piratini, pouco antes de uma reunião de Yeda Crusius com o secretariado.
A "governandora" foi esperta: arranjou um porta-voz e blindou-se para fugir da imprensa.