segunda-feira, 27 de fevereiro de 2006

FINAL DE SEMANA


TRÊS pontos.

Final de semana




OITO pontos a fatia.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2006

Ziriguidum


Sabe qual é melhor coisa do carnaval?
É feriadão!!!!

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2006

Futebol

Eu gosto de futebol. Acho legal assistir a um jogo do glorioso Grêmio. Mas não consigo entender a fissura dos homens pelo esporte bretão. O maridão, por exemplo, deve estar nesse instante alucinado assistindo ao jogo do timinho da Beira-Rio. E eu, cá sozinha com minha fiel escudeira - a minha amada Mafalda.
Viva-se com isso (ahahaha)

terça-feira, 21 de fevereiro de 2006

Mix

Em relação a dieta - tudo joinha (era!): já se foram 4k300. ótimo para quem começou há três semanas.
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Ritmos diferentes: o que antes parecia eterno hoje parece ter chegado ao fim. Pensei que seríamos amigas para sempre. Hoje não rola mais uma identificação, a conversa não flui mais, o riso não é natural. Decididamente, estou sem amigos.
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Detestei a transmissão do show do U2 na Globo. Tremenda falta de respeito o atraso de meia hora na transmissão para não prejudicar - pasmen! - o BBB6. Aquelas legendas, de última. E o som, eca! O show dos Stones foi melhor.
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Alguma sugestão de filme para o carnaval? Estou aceitando sugestões.

sábado, 18 de fevereiro de 2006

Recomendo

Quem tem medo da Danuza Leão?

A dor nos humaniza, nos iguala e nos irmana. A dor nos faz lembrar que somos todos do mesmo tamanho e estamos na mesma estrada. (...) As páginas das revistas, a televisão, as ruas estão repletas de mulheres que parecem dizer: "Se você fosse como eu, bonita como eu, rica como eu, gostosa como eu, não teria metade dos problemas e aborrecimentos que tem".
A verdade é que existem mulheres que vieram ao mundo com a missão de nos reduzir a pó. Seu prazer na vida é revelar a todos nossa pouca vocação para o sucesso, ou nossa preguiça de correr atrás. Para onde quer que olhemos tem sempre uma loira estonteante ou uma morena de cair o queixo denunciando nossa barriga, nossas rugas, nossa preguiça de entrar em forma, nossos vícios, nossas manias, nosso cheque especial descoberto, nossa cama vazia. É um verdadeiro complô. Por mais que nos esforcemos, não há como chegar ao pódio das Luanas, das Giseles, das Danuzas. O mundo se divide entre as mulheres que eu conheço e as mulheres que o mundo aprova. Entre nós e elas, um abismo intransponível.
(falando da Danuza Leão...) quando, de repente, sua vida é invadida por um tsunami de dores e tragédias que não deixa pedra sobre pedra. Nesse momento, não há amigo, amor, dinheiro, festa que resolva. Só o tempo, um dia depois do outro. Exatamente como acontece comigo, com você, com qualquer mortal do planeta Terra. A dor nos humaniza, nos iguala e nos irmana. A dor nos faz lembrar que somos todos do mesmo tamanho e estamos na mesma estrada. Portanto, muita calma na hora de se sentir diminuída (ou de ter inveja) frente às mulheres que julgamos maravilhosas. Até porque lugar de perfeição é no paraíso.
Ivana Arruda Leite ( ZH, 19/2)

Por mim, Martha Medeiros poderia ficar uns meses de férias..

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2006

Voltei

Eu admito: essa semana deixei o blog de lado. A correria foi muita. Era reunião do Vigilantes, encontro com minha amiga Rôu que voltou para o Brasil depois de quase dez meses na europa, trabalho puxado, congresso de cliente. E preguiça. Sem falar na falta de inspiração. Rolou tanta coisa e eu não conseguia postar. Mas prometo me redimir nesse findi. Porque agora, sorry, vou para casa. Ueba!! Já está começando o final de semana.

domingo, 12 de fevereiro de 2006

1ª Semana


Ai, amanhã é dia de balança..
Juro que fiz tudo direitinho: contei os pontos, calculei as porções e dei uma caminhada.
Bem, agora é esperar o resultado.
Dedos cruzados, people! - pior é que estou com uma fominha...

sim ou não?

Domingo a tarde, em Porto Alegre, no verão, é extremamente entediante. Sem ter o que fazer, comecei a zapear e achei um texto da Adília Belloti muito legal. Tomei a liberdade de reproduzir uma parte dele. E meninas, jogue a primeira pedra quem não se identificou.

6. Nenhuma mulher deseja a felicidade assim de um jeito genérico. É o encantamento que sentimos quando cumprimos nosso destino de mulher que nós buscamos acima de tudo. E isto inclui muitas coisas bobas, como vestidos novos e cores e mais cores de sapatos, e tantas outras nada bobas, como filhos rechonchudos e gracinhas e......ele. De preferência, um ele apaixonado, mas não muito, bonito, mas não muito, inteligente, mas não muito, apaixonado por crianças, mas não tanto quanto por nós, e, o toque final: que surja sempre assim com aquele jeito heróico e descabelado de quem acabou de matar um dragão, por nós.

7. Todas as mulheres têm medo. Medo do primeiro beijo, do primeiro encontro, do primeiro emprego, medo de casar, medo de não casar, medo do parto, medo da traição, medo de não conseguir, medo de envelhecer, medo de dizer sim. A cada instante, nossos medos podem nos fazer trancar os dentes, afinar o olhar e ousar o salto. Ou podem nos empurrar encolhidas para dentro de uma caixa de sapatos. Onde ficamos grudadas, olhando o mundo por um buraquinho...

8. Todas nós temos um sonho. Nem sempre é um daqueles sonhos nobres, como o de Martin Luther King, que ansiava por um mundo no qual os seres humanos fossem iguais em suas múltiplas e coloridas versões. Não, nossos sonhos muitas vezes são pequenos como um jardim ou um carinho. Engraçados: usar toda a poupança para ficar com um bumbum igual ao da beldade de plantão na TV. Românticos: um cruzeiro pela Grécia, com um grego lindo e de peito largo, absolutamente apaixonado por nós. Impossíveis: passar pela vida sem sofrer por amor.

sábado, 11 de fevereiro de 2006

Giselle, minha amiga, esse post é para vc:
PARABÉNS PELO RAFAEL!
Seja bem-vindo mocinho! Você foi muito esperado por seus pais e por todas as "cybertias".
Que tua existência seja iluminada e cercada de muito amor.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2006

Nove de Fevereiro

Não
Não pode mais meu coração
Viver assim dilacerado
Escravizado a uma ilusão
Que é só desilusão
Ah, não seja a vida sempre assim
Como um luar desesperado
A derramar melancolia em mim
Poesia em mim
Vai, triste canção, sai do meu peito
E semeia a emoção
Que chora dentro do meu coração
Coração

Modinha (Tom Jobim/Vinicius de Moraes)

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2006

Dois pesos


Pode até parecer clichê, mas é incrivel como a vida da gente é uma balança onde muitas vezes conseguimos equilibrar as coisas boas e ruins.
Estou triste porque amanhã faz um ano que meu João morreu.
Ao mesmo tempo fico feliz pois amanhã nasce o Rafael, bebê da querida Gi.
Fiquei chateada porque sofremos um revés financeiro.
Mas estou nas nuvens porque minha amiga Rôu está de volta ao Brasil depois quase um ano de tour pelo Velho Mundo.
Vai dizer que nossa vida não é feita de dois pesos e duas medidas que muitas se equilibram?

terça-feira, 7 de fevereiro de 2006

Um novo tempo

Buenas, hoje dei início a uma nova fase na minha vida, que se divide em três etapas.


A primeira, que vai até julho (eu que estabeleci essa meta), é emagrecer uns 15 quilinhos. Junte o queixo, deixe de balançar a cabeça e ponha de lado a incredulidade, que isso sim é possível. É só ter força de vontade e um objetivo claríssimo em mente - e esse eu não conto qual é. Pode roer as unhas, me jurar de morte e arquitetar formas de tortura que não conto.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2006

É mole?

8h. Chego ao trabalho e encontro na minha mesa um jornal com a seguinte matéria:

PREMATUROS MAIS VIVOS QUE NUNCA
Substância de laboratório abre alveolos e oxigena os pulmões
O texto fala sobre o uso do surfactante e a síndrome da membrana hialina.
Sim, essa foi uma das causas da morte do meu filho.
Sim, no próximo dia 9 faz um ano que isso aconteceu.
Sim, eu não precisava disso no início da manhã.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2006

Extraño

E eu me sinto um estrangeiro
Passageiro de algum trem
Que não passa por aqui
Que não passa de ilusão*
*Engenheiros do Hawai